Uma pequena caminhada ladeira acima através das ruelas da cidade amuralhada leva ao alto de uma colina de Lamego, a mais de 540 metros de altitude, onde fica o Castelo de Lamego que é visto de toda a cidade.

Quase todos os autores referem-se como uma obra moura anterior a nacionalidade portuguesa.

A construção mais atual ocorreu na segunda metade do século XII e, dessa época, resta apenas a torre de mensagem.

A torre de mensagem, com cerca de vinte metros de altura, tem planta quadrangular e possui frestas de iluminação, algumas alteradas no século XVI para serem transformadas em janelas por ordem do último conde de Marialva, D. Francisco Coutinho, talvez com o intuito de dar à torre uma função habitacional.

A Torre de Menagem pode ser visitada

Parte da velha muralha que rodeava a cidadela medieval e a cisterna, que são do século XIII, também ainda estão erguidas. Essa é uma das cisternas mais bem conservadas do país. Não chegamos a visitá-la, pois estava fechada e não poderíamos esperar o horário de visitação da tarde.

O castelo possui praça de armas em forma de hexágono irregular, cuja muralha, com cerca de noventa metros de perímetro, é dotada de adarve – um caminho estreito sobre a muralha –, acessível pelo lado norte através de um lance de escadas. No castelo se encontra a antiga Sé de Lamego.

O acesso ao velho burgo do Castelo é feito por dois pórticos abertos na muralha. No lado norte, entra-se pelo arco chamado “Porta dos Figos ou dos Fogos”, que também já foi chamada de “Porta da Vila ou do Aguião”.

Já, a entrada do lado sul se da através da “Porta do Sol”. Junto a esta última encontramos uma interessante casa brasonada que pertenceu à Ordem de Cister e mais tarde veio a ser casa da roda.

No lado norte, encontra-se a Casa da Torre onde funcionou, até 1834, a Câmara Municipal, ocasião em que se mudou para a Casa da Relação, atual Paço do Bispo.

A Cisterna de Lamego

Situada fora dos muros da praça de armas, a Cisterna de Lamego é de silharia retangular e abobadada, com ogiva nervada sustentada por largas cintas apoiadas em pilares.

Com cerca de vinte metros de comprimento e dez de largura, é considerada um dos melhores exemplares de cisternas dos castelos portugueses.

Depois de passar por importantes obras de restauração e requalificação, a Cisterna de Lamego reabriu ao público em novembro de 2013 como um Centro de Memória.

Ao entrar na Cisterna, o visitante mergulha no passado, onde múltiplas memórias são projetadas ininterruptamente nas pedras que, outrora, foram apenas espectadoras. Uma sonoplastia associa-se ao espaço, recordando 800 anos de sons quotidianos: o sino, o galo, o pedreiro, o pregão, a procissão, o choro e o riso.

O Castelo e a Cisterna de Lamego são um conjunto classificados como Monumento Nacional.

Castelo de Lamego

Rua do Castelo, Lamego, Portugal.

Preço do ingresso: Gratuito (aceitam-se donativos)

Horário de abertura: Sem dia e horário fixo para abrir

 

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