O Mauritshuis é um dos mais importantes museus da Holanda e está instalado em magnífico palácio histórico no centro de Haia, o coração político do país. O edifício é um dos primeiros, mais belos e puros exemplares da arquitetura classicista nos Países Baixos e foi residência de Maurício de Nassau depois que retornou do Brasil para a Holanda.

Certamente esse magnífico palácio do século XVII, cuja localização e arquitetura são extraordinárias, acrescentarão muito à experiência do visitante, não só pela arquitetura, e pelas mais de 200 obras, mas pela conexão com o Brasil.

O edifício, conhecido como “Palácio do Açúcar”, foi encomendado ao arquiteto Jacob van Campen e a seu assistente Pieter Post pelo conde Maurício de Nassau. A construção reflete as linhas retas e a simetria do estilo clássico nas águas do Hofwijver, um lago artificial que envolve o conjunto de edifícios do Parlamento Holandês.

Seu nome – Mauritshuis – se deve ao fato de ter sido construído por ordem do de Maurício de Nassau, no período em que este era governador do Brasil, no século XVII.

Ao percorres os salões não se vê mais os índios Tupinambás e os exóticos animas levados por Maurício de Nassau, mas pode-se observar como ele recordava dos seus sete anos passados no Brasil, como governador geral do “Brasil Holandês” através das representações nas obras de Frans Post, que retratou o Brasil da época e que estão exibidos nas paredes do ”Palácio do Açúcar”.

Hoje o Mauritshuis é a sede da Real Galeria de Pinturas de Maurishuits e possui um fabuloso acervo de arte que reúne obras dos velhos mestres dos séculos XVII e XVIII, entre eles, Rembrandt, Vermeer e Frans Hals. É uma visita imperdível para os admiradores de arte!

Depois de passar por dois anos em reformas, o Mauritshuis, que ganhou uma expansão subterrânea até o moderno prédio do outro lado da rua, foi reaberto ao público em junho de 2014.  O museu agora mescla o “velho” com o “novo”, mas preserva sua aparência e atmosfera tradicional, graças ao design do arquiteto Hans van Heeswijk.

A exemplo do Louvre, sua entrada é na nova parte subterrânea, onde a sensação fica por conta de um elevador transparente que leva ao antigo prédio. Este se tornou uma das atrações para os visitantes.

A nova área, Royal Dutch Shell Wing, abriga um espaço de exposição temporária, auditório, brasserie, loja, o Art Workshop (educacional), biblioteca e salas de eventos.

Algumas obras de destaque da coleção permanente são:

Durante o período de renovação, uma seleção de obras de arte, incluindo a favorita do público – Moça com Brinco de Pérola, de Vermeer –, foi exibida no Japão, nos Estados Unidos e na Itália, com recorde de público: 2,2 milhões de pessoas. A turnê terminou no Palazzo Fava, em Bolonha, onde a quantidade de visitas superou as expectativas e confirmou a popularidade dos mestres holandeses da Era de Ouro. No Museu Metropolitano de Arte de Tóquio, a exposição foi mais visitada em 2012, com média de 10.573 visitantes por dia. A seleção itinerante incluiu obras-primas de Rembrandt, Steen, Hals e Rubens.

Moça com Brinco de Pérola (cerca de 1665), obra-prima do pintor holandês Vermeer

Moça com Brinco de Pérola (cerca de 1665), obra-prima do pintor holandês Vermeer

Para mais informações e programar sua visita, acesse o site do museu.

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